[:en][dropcap]R[/dropcap]IO DE JANEIRO, BRAZIL – With the long-awaited arrival of the 2014 World Cup and the 2016 Rio Olympic Games looming ever closer you’d be forgiven for thinking that you’ve seen just about every Brazil-related documentary going. Whether it be on gangs, policing, poverty, mass protest movements, deforestation, water pollution, plastic surgery or even sport – you name it, it’s pretty much been covered. Whatever it may be, you’ve probably heard about it and you’ve maybe seen it too. However, there’s one topic that may just have passed you by until now: household waste.
And it’s more gripping than it sounds.
Waste Land (‘Lixo Extraordinário’)* is a feature documentary directed by Lucy Walker about an ambitious project led by world-renowned Brazilian artist and photographer Vik Muniz, who has lived and worked in the US for more than 30 years.

For this project he returned to his homeland and paid a visit to the world’s biggest landfill site, Jardim Gramacho**, which sits fragrantly on the outskirts of Rio de Janeiro. There, Muniz watched the gruelling work of the catadores – recycling pickers – and selected a group of them to collaborate with him for his latest vision: to transform the grubby materials they worked with every day into contemporary art, changing the recycling pickers’ lives in the process.
The fruits of their labour culminated in their ‘Portraits of Waste’ (‘Retratos de Lixo’) being displayed in prestigious London auction house, Phillips. Successful sales of the artwork enabled the founder and leader of the workers’ association, Sebastião Carlos Dos Santos, himself one of the portrait subjects, to fulfil his dream of improving life for his community through the co-operative he had established.***
I’ll let you find out the rest for yourselves. For me, the sad undertones of Waste Land gave way to a beautifully uplifting story, and the film was a great surprise.

I shouldn’t be that surprised that Waste Land is such a good film. What I should be surprised about, however, is that it took me so long to hear about it. At its premiere at the 2010 Sundance Film Festival, Waste Land received critical acclaim and won the World Cinema Audience Award (Documentary). It went on to win more than 50 other awards, including the Amnesty International Film Award at the Berlin Film Festival 2010 and awards at the Vancouver International Film Festival, São Paulo Internacional Film Festival, the London Film Awards, to name but a few. It also received an Oscar nomination for Best Documentary Feature at the 83rd Annual Academy Awards 2011.

It’s hard for me to believe I hadn’t seen Waste Land sooner, or even heard of it for that matter. The fact that it was off my radar since its release in 2010 has made me realise that there are still some inspiring and thought-provoking films about Brazil out there that cover topics I haven’t already heard about a million times.
I really think everyone who has an interest in Rio de Janeiro and all things Brazilian should watch Waste Land. I also think everyone living in Rio – a wonderful, yet in many ways tragic, city – must watch it to gain a new perspective on such an important but rarely considered function in the place they live.
See here for the official trailer for Waste Land…
Footnotes * The Portuguese language title, ‘Lixo Extraordinário’ (pronounced, more or less: ‘LEE-shoo Ess-troh-din-AR-io) literally translates as “extraordinary waste” – as in rubbish / garbage. ** ’Jardim Gramacho’ translates as ‘Gramacho Garden’. Garden: exactly what I think of when I picture the largest landfill site in the world. Interestingly, Jardim Gramacho closed down in 2012. *** The recycling pickers’ co-operative is called ACAMJG – the Association of Pickers of Jardim Gramacho. Sarah is a student at the Casa do Caminho Language School and a writer for Encounter Brazil.‘Movie Time: Waste Land (‘Lixo Extraordinário’)’ and all of Sarah’s other blog posts are reprinted with the permission of Encounter Brazil. Discover more about Brazil: the path less travelled, delicious local food, breathtaking scenery, alluring landmarks and locations, an abundance of events and festivities… And some of Sarah’s day-to-day experiences of living in Rio de Janeiro. [:br]
[dropcap]R[/dropcap]IO DE JANEIRO, BRASIL – Com chegada da tão esperada Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016 estando cada vez mais próximos, você se engana se pensa que já viu todo tipo de documentário referente ao Brasil. Quer seja sobre gangues de rua, segurança policial, pobreza, protestos em massa da população, desflorestamento, poluição de água, cirurgias plásticas, ou até mesmo esportes (pode escolher qualquer um, pois todos eles já foram utilizados. Quaisquer que seja, vou provavelmente já ouviu fala, e talvez até já assistiu. Porém, tem um assunto que pode ter passado livre por você sem prestart atenção. Até agora. Lixo doméstico.
E é mais excitante do que parece:
— Lixo Extraordinário é um documentário dirigido por Lucy Walker sobre o ambicioso projeto encabeçado pro mundialmente conhecido artista e fotógrafo brasileiro Vik Muniz, que trabalhou e viveu nos Estados Unidos por mais de 30 anos.

Para esse projeto, ele voltou ao seu país de origem e visitou o maior aterro sanitário do mundo, Jardim Gramacho, que *sits fragrantly* no subúrbio do Rio de Janeiro. Lá, Muniz assistiu o árduo trabalho dos catadores de lixo reciclável, e selecionou um grupo entre eles para ajudá-lo em sua última idéia: transformar os materiais jogados fora com os quais eles trabalham todo dia em arte contemporânea, mudando a vida desses catadores de lixo no processo.
prestigiada casa de leilões em Londres. O sucesso de vendas das peças de arte, permitiu que fundador e líder da associação de trabalhadores do aterro sanitário, Sebastião Carlos dos Santos – ele mesmo sendo um dos retratos reproduzidos – conseguisse conquistar seu sonho de melhorar o modo de vida de sua comunidade através da cooperativa que ele fundou.
***
Vamos deixar o resto para que você descubra quando assistir. Para mim, as tristes conotações de Lixo Extraordinário deram lugar à linda história de superação, e o filme foi uma grande surpresa em geral.

Eu não deveria ficar tão surpreso que Lixo Extraordinário seria um filme tão bom. O que eu deveria ter ficado surpreso, entretanto é quanto tempo eu fiquei sem saber sobre ele.
Em seu lançamento no Festival de Filmes de Sundance de 2010, Lixo Extraordinário recebeu uma crítica aclamada e ganhou o Prêmio de Melhor Documentário Internacional. E não parou aí, ganhou mais de 50 outros prêmios, incluindo o Prêmio da Anistia Internacional no Festival de Filmes de Berlin em 2010 e prêmios no Festival Internacional de Vancouver, São Paulo e Londres, entre outros. Também recebeu uma nomeação ao Oscar de Melhor Documentário no ano de 2011.

É difícil para eu acreditar que nunca tinha visto Lixo Extraordinário antes, ou que nunca tinha ouvido falar, pelo menos. O fato de que estava por fora do meu radar desde seu lançamento em 2010 me fez perceber que ainda têm alguns filmes instigantes e inspiradores sobre o Brasil, que contam de assuntos que eu nunca escutei na vida.
Eu acho que todos que se interessam pelo Rio de Janeiro e tudo relacionado ao Brasil devem assitir Lixo Extraordinário. Eu também acho que todos que moram no Rio – uma maravilhosa, mas ainda assim em muitas formas trágica cidade – deve realmente assistir para ganhar uma nova perspectiva nesse assunto tão importante, mas raramente considerado útil na cidade em que vivem.
Veja o trailer oficial de Lixo Extraordinário:
Notas:
– Jardim Gramacho está fechado desde 2012.
– O nome da cooperativa dos catadores de lixo reciclável é: ACAMJG – Associação dos Catadores do Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho.
(Sarah é uma estudante na Casa do Caminho Language Centre e escritora no blog Encounter Brazil. ‘Hora do Filme: Lixo Extraordinário’, e todas as outras postagens em outros blogs de Sarah são feitas com a autorização do Encounter Brazil.)
(Saiba mais sobre ‘Brazil: o caminho menos conhecido’, deliciosa comida local, cenários de tirar o fôlego, lugares encantadores e uma abundância de eventos e festas… E também algumas das experiências do dia-a-dia da vida de Sarah no Rio de Janeiro.)
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[dropcap]R[/dropcap]IO DE JANEIRO, BRASIL – Con la tan esperada llegada de la Copa del Mundo 2014 y los Juegos Olímpicos de 2016 más cercana que nunca estás perdonado si has llegado a pensar que has visto todos los documentales relacionados con Brasil. Tanto si tienen que ver con gangsters, policía, pobreza, protestas en masa, o con deforestación, contaminación del agua, cirugía estética o incluso deporte, todo está más o menos cubierto. No importa el documental que sea, posiblemente hayas oído hablar de él o quizás lo hayas visto. Sin embargo, hay un tema que tal vez se te haya pasado: el desecho doméstico.
Y es más fascinante de lo que suena.
Waste Land (‘Lixo Extraordinário’)* es un documental dirigido por Lucy Walker que trata de un ambicioso proyecto llevado a cabo por el famoso artista y fotógrafo Brasileño conocido en todo el mundo Vik Muniz, quién vivió y trabajó en los Estados Unidos por más de 30 años.

Para hacer realidad este proyecto Vik regresó a su ciudad natal y pagó una visita al mayor vertedero del mundo, Jardim Gramacho**, el cuál se encuentra en las afueras de Rio de Janeiro. Una vez allí, Muniz observó el agotador trabajo de loscatadores – recogedores de reciclaje – y seleccionó a un grupo de ellos para que colaborasen con él en su última visión: transformar los mugrientos materiales con los que trabajaban cada día en obras de arte, cambiando así el curso de las vidas de estos recogedores de reciclaje.
Los frutos de esta labor culminaron en sus ‘Retratos de desecho'(‘Retratos de Lixo’) siendo éstos expuestos en la prestigiosa casa de apuestas de Londres, Phillips. Las éxitosas ventas de estas obras de arte permitieron al fundador y líder de la asociación de trabajadores Sebastião Carlos Dos Santos, siendo él mismo uno de los retratos, hacer realidad su sueño de mejorar la vida de su comunidad a través de la co-operativa que él había establecido.***
Os dejo descubrir el resto de la historia por vosotros mismos. Para mí, el triste trasfondo de Waste Land abre camino a una bonita e inspiradora historia con una gran sorpresa dentro de ella.

No me sorprendió tanto el hecho de que es una muy buena película como no haber oído hablar de ella antes. Su estreno en el Festival de Cine de Sundance en 2010, Waste Land recibió increíbles críticas y ganó el premio mundial de Audiencia Cinematográfica (Documental). Tras éste, siguió cosechando éxitos hasta superar los 50 premios entre los que destacan el premio Amnesty International Film en el Festival de cine de Berlin en 2010 y más premios en el Festival de Cine Internacional en Vancouver, en el de São Paulo, y en los premios del cine de Londres por mencionar algunos. Incluso recibió una nominación a los Oscar como Mejor Documental en la 83ª entrega de premios Academy Awards en 2011.

Es duro para mí creer que no había visto antes Waste Land o tan siquiera oír su nombre. El hecho de que estaba fuera de mi radar desde su estreno en 2010 me ha hecho darme cuenta de que aún hay muchas inspiradoras películas que te hacen pensar sobre la vida en Brasil haciendo hincapié en temas no oídos normalmente.
Realmente pienso que todo el mundo que tenga interés en Rio de Janeiro y el resto de pormenores brasileños debe ver Waste Land. También piendo que todo el mundo que vive en Rio – una estupenda ciudad, aún trágica en muchos aspectos – debe verla para entender un poco mejor la extraña pero importante función del lugar en el que vivimos.
Aquí puedes ver el trailer oficial de Waste Land…
Footnotes * El título de la película en portugués, ‘Lixo Extraordinário’ (pronunciado, más o menos : ‘LEE-shoo Ess-troh-din-AR-io) literalmente se traduce como “desecho extraordinario” – como en basura / desperdicio. ** ’Jardim Gramacho’ traducido como ‘Jardín Gramacho’. Jardín: exactamente lo que pienso cuando me imagino el mayo vertedero del mundo.. Un dato curioso es que el Jardín Gramacho cerró sus puertas en 2012. *** La cooperativa de los ‘recogedores de reciclaje’, se llamaba ACAMJG – la associación de Recogedores del Jardín Gramacho. Sarah es una estudiante de la escuela de idiomas Casa do Caminho y escritora para Encounter Brazil.‘Hora de Cine: Waste Land (‘Lixo Extraordinário’)’ y todos sus otros posts son publicados bajo el permiso de Encounter Brazil. Descubre más sobre Brasil: el camino menos visitado, Descubre más sobre Brazil: the path less travelled, deliciosa comida local, paisajes que te dejarán boquiabierto, lugares con encanto, eventos y festivales, etc y algunas de las experiencias diarias de Sarah en Rio de Janeiro.[:]




